sábado, 17 de setembro de 2011

Horas em inglês!







Olá pessoal, hoje vamos falar sobre as horas em inglês e todas as suas regrinhas de uso. Para perguntar as horas podemos falar: What’s the time? ou What time is it?. Usamos a forma : It’s + time para dizer que horas são e quando for a hora exata acrescentamos o’clock.
Ex.: It’s seven o’clock. (São sete horas.)
Ex.: It’s midday. (É meio-dia.)
Ex.: It’s midnight. (É meia-noite.)
Para indicar que as horas são antes ou depois de meio-dia usamos as abreviações a.m. (antes do meio-dia) e p.m. (depois do meio-dia).
Ex.: It’s eight a.m. (São oito da manhã.)
Ex.: It’s five p.m. (São cinco da tarde.)
Vejam os exemplos:
9:00 It’s nine o’clock.
9:05 It’s five past nine.
9:10 It’s ten past nine.
9:15 It’s a quarter past nine.
9:20 It’s twenty past nine.
9:25 It’s twenty-five past nine.
9:30 It’s half past nine.
9:35 It’s twenty-five to ten.
9:40 It’s twenty to ten.
9:45 It’s a quarter to ten.
9:50 It’s ten to ten
9:55 It’s five to ten.
No inglês americano eles usam mais essa forma:
1:25 It’s one twenty-five.
11:30 It’s eleven thirty.


sábado, 10 de setembro de 2011

Por que alguns alunos não aprendem inglês?


Por que alguns alunos não aprendem inglês (ou outro idioma), pelo menos não tão rápido como gostariam?
Em primeiro lugar, por preguiça. É isso mesmo! Muita gente tem preguiça de estudar, não abre o livro em casa, falta às aulas sem motivo com frequência, não lê livros ou revistas em inglês, não acessa sites de exercícios, não ouve o CD do material didático e quando ouve música no idioma de estudo é apenas para lazer, sem aproveitar o momento para adquirir vocabulário, treinar pronúncia ou entonação.
Sim, eu sei que ninguém tem tempo e que todo mundo tem milhões de coisas para fazer, mas aqui entramos no segundo motivo, dois em um na verdade: falta de organização e má administração do tempo. Quem me conhece sabe que faço muitas coisas ao mesmo tempo: sou jornalista e professora, faço trabalhos de revisão e tradução, mantenho meu blog pessoal, vou à academia e, às vezes, pratico corridas de rua, sempre participo de workshops, seminários e outros eventos, terminei minha pós no início deste ano e, agora, escreverei mensalmente neste blog. E ainda saio com amigos, viajo, vou ao cinema, ou seja, reservar um tempo para estudar não significa abdicar dos momentos de lazer.
Cada um precisa encontrar seu próprio método para se organizar e administrar o tempo. Para mim, o que funciona é a boa e velha agenda de papel. Anoto tudo lá, até a aula de ioga, o que provoca risos em muitos amigos. Mas se não anotasse e não considerasse essa aula como um compromisso, certamente não conseguiria mantê-la como uma rotina há três anos. Para a geração Y, o celular pode ser mais prático, mas não adianta anotar e não olhar, ou só ir à aula. Para quem ainda não desenvolveu a disciplina de estudar em casa, esse tempo também deve ser anotado como um compromisso.
Em terceiro lugar, temos alguns motivos ligados à hipótese do filtro afetivo de Krashen: (falta de) motivação, (falta de) autoconfiança e ansiedade. O aluno pode até ser dinâmico e motivado para outras coisas, ser organizado e administrar bem seu tempo, mas se ele não gosta do idioma e de tudo que se refere aos países de língua inglesa, há uma tendência a formar um "bloqueio mental" e rejeitar os novos conhecimentos. E se o aluno quer aprender inglês em um mês apenas, também vai se frustrar ao perceber que isso não é possível, que o aprendizado de uma língua, em geral, demora alguns anos.
Provavelmente quem não gosta da língua está estudando por necessidade ou obrigação, e é importante usar isso como motivação também: “Eu não gosto de inglês, mas se me dedicar, vou aprender mais rápido e terei mais chances no mercado de trabalho”, ou ainda tentar encontrar algo de que goste no idioma. Será que esse aluno que odeia inglês não gosta nem de cinema americano ou de nenhuma banda inglesa ou australiana? Músicas, filmes, internet, videogame, tudo isso pode contribuir para o estudo, de forma lúdica, dinâmica e flexível. Basta querer aprender.
Claro que muitas pessoas têm mais facilidade do que outras para o aprendizado de línguas estrangeiras, e os motivos acima não são os únicos para o sucesso ou fracasso no processo, mas certamente contribuem. Faça o teste!


Aprenda a escrever os números em inglês


Numbers
0
zero
10
ten
20
twenty
100
one hundred
1
one
11
eleven
21
twenty-one
200
two hundred
2
two
12
twelve
22
twenty-two
300
three hundred
3
three
13
thirteen
30
thirty
400
four hundred
4
four
14
fourteen
40
forty
500
five hundred
5
five
15
fifteen
50
fifty
600
six hundred
6
six
16
sixteen
60
sixty
700
seven hundred
7
seven
17
seventeen
70
seventy
800
eight hundred
8
eight
18
eighteen
80
eighty
900
nine hundred
9
nine
19
nineteen
90
ninety
1000
one thousand


Observação
Como se vê no caso dos números 21 e 22, a partir do 20 (twenty), formam-se os outros números em inglês por justaposição.

Veja mais exemplos:

  • 28 - Twenty-eight

  • 47 - Forty-seven

  • 102 - One hundred-two

  • 263 - Two hundred-sixty-three

  • 1002 - One thousand-two


  • 3627 - Three thousand-six-hundred-twenty-seven.

  • sábado, 3 de setembro de 2011

    Erros frequentes de alunos iniciantes...





    Estamos acostumados, na nossa língua portuguesa, a associar o "S" a plurais. Assim acontece com substantivos (pessoa - pessoas, livro - livros...), verbos (eu gosto, nós gostamos; eu precisava, nós precisávamos...) e pronomes (sua casa, suas casas; nosso carro, nossos carros).

    O que acontece é que muitas vezes (na maioria inconscientemente) os alunos levam este raciocínio para a língua inglesa e interpretam que o S no fim das palavras será quase sempre plural como acontece em Potuguês. WRONG !

    Vejamos como os casos são diferentes. Já mostrei acima que o uso de "S" ao fim da palavra geralmente identifica plural na língua portuguesa para substantivos, pronomes e verbos. Em Inglês é diferente.
    (Obs - Este é um tópico que tem como objetivo principal mostrar uma diferença básica entre as línguas, dar uma luz no aprendizado e mostrar o caminho, mas, como tudo em Inglês, não pode ser tomado como regra absoluta)

    Substantivos - Neste caso realmente o "S" representa plural.
    Ex: chair - chairs, table - tables, book - books

    Verbos - O "S" não é plural, pelo contrário, é SINGULAR e deve ser usado para sujeitos iguais ou equivalentes a HE, SHE e IT.
    Ex: He works a lot.
    My mother (she) writes beautiful poems every day.
    The teacher helps me when I have trouble. (teacher, sujeito singular, verbo com S)MAS...
    The teachers help me when I have trouble. (teachers, sujeito plural, verbo SEM S)

    Pronomes possessivos - O "S" de yours, hers, ours e theirs é neutro. Não é plural !
    Eis o que muita gente escreve:
    My car is white, your car is red. Aqui a frase está correta.
    My cars are new and yours cars are old. WRONG !
    A função de YOURS não é preceder plural e sim substituir um substantivo já dito ou escrito para evitar repetição desnecessária e cansativa de palavras.
    YOUR e YOURS são neutros ! (Assim como os outros pronomes possessivos)

    Exemplos:
    Com substantivos singulares:
    Your house is beautiful but mine isn´t. (your + singular. ok!)
    Your houses are beautiful but mine aren´t. (your + plural. ok!)

    My house is beautiful but yours isn´t. (yours REFERINDO-SE a um singular. ok!)
    My houses are beautiful but yours aren´t. (yours REFERINDO-SE a um plural. ok!)

    Aprendendo a pensar em inglês, COM EXEMPLOS!

    Observem os seguintes pares de frases, em Português:
    Par 1:
    a - Ele tem muitos livros.
    b - Tem uma pessoa esperando por você.

    Par 2:
    a - Minha mulher leva minha filha para a escola todo dia.
    b - Ela leva uma hora para ler o jornal.

    São frases bem simples, bem naturais, usadas normalmente em Português que cerca de 90% das pessoas traduzem as frases B de modo errado, como se fossem iguais às frases A.

    O que muita gente não consegue assimilar rapidamente são duas construções que fogem à tradução ap pé da letra: IT TAKES e as variações do verbo THERE TO BE..

    No par número 1, na primeira frase temos realmente o verbo HAVE para o verbo TER em Português, pois trata-se de posse.
    Então, Ela tem muitos livros = She has many books.

    Já na segunda frase, este verbo TER em Português não representa posse, e sim EXISTÊNCIA, e não podemos usar HAVE e sim o verbo THERE TO BE.
    Entâo, Tem uma pessoa esperando por você = There is a person waiting for you e não Have a person waiting for you. Frases erradas como esta aparecem em quase todas as redações. Cuidado, pois.

    Assim como usamos there is, usaremos da mesma forma todas as outras variações do verbo there to be: there are, there was, there were, there will be, there have been, there has been e por aí vai.


    E o outro par de frases nos mostra o verbo levar como conduzir, na primeira frase, e como levar tempo, na segunda.
    Na primeria - Minha mulher leva minha filha para a escola todo dia. = My wife takes my daughter to school every day.

    Temos que ter cuidado na segunda.
    Ela leva uma hora para ler o jornal NÂO É She takes one hour to read the newspaper e sim IT TAKES HER one hour to read the newspaper. Observe que usamos HER e não she pois o sujeito é e sempre será IT.
    Logo, ao mencionarmos duração de tempo, temos esta estrutura especial: IT TAKES.

    Outros exemplos:
    Eles levam 30 min para almoçar = It takes THEM 30 minutes to have dinner.
    Eu levei uma hora para terminar o dever = It took me one hour to finish my homework.




    Quando usar Do/ Does ou verbo TO BE ?





    A primeira coisa que devemos ter em mente é que o verbo to be (traduzido em 99% dos casos por SER e ESTAR) é um verbo que deve ser estudado à parte e normalmente não entra nas estruturas que são aplicadas a outros verbos.
    Vamos lá: uma frase bem bobinha: She is Brazilian. Como vamos mexer com esta frase na negativa ? Simples, só acrescentando NOT ao verbo, que pode ou não vir abreviado.
    Temos então: She is not Brazilian ou She isn´t Brazilian.

    E para perguntas é só invertermos o TO BE com o sujeito da frase, ou seja, ele virá antes:
    Is she Brazilian ?

    Outros exemplos, agora usando o plural:
    Afirmação - They are nice people.
    Negativa - They aren´t nice people.
    Pergunta - Are they nice people.

    Usamos a mesma estrutura ao mencionarmos ações em andamento. A única diferença agora é que teremos, além do TO BE, um outro verbo, SEMPRE com ING.
    Afirmação - She is watching TV.
    Negativa - She isn´t watching TV.
    Pergunta - Is she watching TV ?

    Viram como é igual, como é fácil ?

    Agora uma coisa MUITO IMPORTANTE: em uma oração em que haja verbo TO BE nunca existirá o auxiliar DO (ou sua variação DOES) e vice versa.

    DO e DOES são auxiliares. Ora bolas, o que é isso ? Exatamente o que o nome diz. Se eles são auxiliares, eles auxiliam os verbos nas frases ( nâo esqueçam, qualquer verbo menos o verbo to be ).
    E ao contrário do verbo to be que aparece sempre, eles não aparecem em afiramtivas. Apenas em perguntas e negativas.

    Pergunta - Do you speak English ? (Esta é a estrutura básica de perguntas no presente simples em Inglês, que é AUXILIAR + SUJEITO + VERBO + COMPLEMENTO)
    Afirmação - I speak English
    Negação - I don´speak English.

    E a variação DOES usamos para qualquer sujeito singular com exceção de I e YOU.
    Does she speak English ?
    She speaks English. (não podemos esquecer de conjugar o verbo em afirmações)
    She doesn´t speak English.

    As 100 palavras mais escritas de forma errada em inglês.



    acceptableaccidentally
    accommodate
    acquire 
    acquit
    a lot
    amateur
    apparent
    argument
    atheist
    believe
    calendar
    category
    cemetery
    changeable
    collectible
    committed
    conscience
    conscientious
    conscious
    definite(ly)
    disappear
    discipline
    drunkenness
    embarrass
    equipment  exhilarate
    exceed
    existence
    experience
    fiery
    foreign
    fourth
    gauge
    generally
    grammar
    grateful
    guarantee
    harass
    height
    hierarchy
    ignorance
    immediate
    independent
    indispensable
    intelligence
    its / it's
    judgement
    knowledge
    leisure
    librarylightning
    maintenance
    manoeuvre
    memento
    millennium
    miniature
    mischievous
    noticeable
    occasion
    occasionally
    occur / occurred
    occurrence
    official
    parallel
    parliament
    pastime
    pigeon
    possession
    preferable
    principal / principle
    privilege
    questionnaire
    receive
    recommend
    referredreference
    relevant
    religious
    restaurant
    ridiculous
    rhythm
    sandal
    schedule
    scissors
    sensible
    separate
    special
    success
    to / too / two
    tomorrow
    their / they're / there
    twelfth
    tyranny
    until
    vacuum
    vicious
    weather
    weird
    you're / your